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Conexão compartilhada não garante segurança


Fonte: JC - Online
Data: 10/11/1999

A Internet condominial é uma realidade. Há no Recife pelo menos 65 grupos de usuários dividindo o link, seja em linha privativa ou ADSL. Mas todo cuidado é pouco quando se trata de uma rede, mesmo que as máquinas não sejam compartilhadas.

"Correm-se os riscos de uma rede local", pondera o diretor-executivo da Truenet, Herman Braga. "É preciso que a rede esteja muito bem preparada", afirma o analista de sistema Paulo Lyra. Diretor de Internet da Elógica, Clóvis Lacerda defende a necessidade de que os dados sejam criptografados, para se evitar que o vizinho use aplicativos para `xeretar o micro alheio.

A alta velocidade também não é eterna. A explicação está no fato de que os moradores irão compartilhar um mesmo link até o provedor. E, sem conta telefônica para pagar, é bem possível que esse tráfego seja intenso. "Com Internet condominial, o desempenho na Internet melhora, mas não chega a ser muito significativo", afirma o diretor da Ecconect, Breno Nery.

"A Internet da pessoa vai depender do tipo de vizinho. Se, por exempolo, ele baixar dez janelas de downloads de uma só vez, irá complicar", corrobora Édson Perdigão, da Hotlink. "O que conta mais são as vantagens agregadas: o telefone livre e a economia de custo. A pessoa pode deixar, por exemplo, o computador ligado a manhã toda num download e ir à escola, sem culpa por causa da conta telefônica", resume Breno Nery. (B.M.)

  

Projeto AltasOndas                                                                              Washington D.C., 2005