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Provedor quer parceria com operadora


Fonte: JC - Online
Data: 25/11/1998

Os provedores de acesso à Internet não acreditam que o cable modem irá decretar a sua morte. Mas, preocupadas com o futuro, as empresas que fazem do cidadão um internauta já pensam em alternativas para também garantir o acesso de maior velocidade e, principalmente, planejam oferecer o serviço.

"Se tiver espaço, a gente entra", avisa Aleksandar Mandic, diretor da Mandic. Ele trabalha com a idéia de alugar uma banda e oferecer o serviço aos internautas, principalmente os corporativos. Mandic acredita que esse tipo de conexão será mais usada em bairros comerciais, por causa do alto custo de implantação. "As empresas não têm dinheiro para cabear todo o país", afirma. Diretora da Cyberland, Aisa Pereira também é outra que espera fazer uso da tecnologia. "Os provedores podem se unir às operadoras de TV e oferecer esse serviço", sonha.

Mais preocupada com a guerra de mercado, a Elógica se prepara para também oferecer acesso mais rápido. "Não será o fim do provedor, mas da atual estrutura. Todos terão que adequar a uma nova realidade", afirma o diretor de Internet, Clóvis Lacerda.

O provedor inicia um plano piloto num edifício residencial na Madalena com a tecnologia ADSL (Asynchronous Digital Subscriber Line), que permite o aproveitamento da estrutura de par trançado para transmissão numa velocidade de até 6 Mbps. "O dado será levado ao edifício por uma antena de rádio. De lá, até o internauta, será usado o segundo par de fio trançado instalado de reserva na casa do internauta pela companhia telefônica", conta Lacerda. Segundo ele, a Elógica pretende oferecer esse acesso a partir do próximo ano.

  

Projeto AltasOndas                                                                              Washington D.C., 2005