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"Rede ATM já" é o que dita o sonho dos provedores


Fonte: JC - Online
Data: 11/11/1998

A viabilização e agilidade de implementação da Rede Metropolitana de Alta velocidade - também chamada Rede Recife ATM - parece ser unanimidade entre os provedores pernambucanos. "É preciso a diminuição de custos na comunicação digital para que a Internet fique mais barata e possa chegar em mais residências", defende Clóvis Lacerda, diretor de Internet do Grupo Elógica.

Para ele, o novo governo deve esclarecer a quantas anda o projeto, que, em sua opinião, deve see expandido para toda a sociedade o mais rápido possível. "Pernambuco precisa de incentivo para possibilitar a criação de novas empresas ligadas à tecnologia, incentivar o comércio virtual e automação comercial. A atenção para as estruturas que popularizem e aperfeiçoem a transmissão da Internet é fundamental para o desenvolvimento do Estado", alerta Lacerda.

A Rede Recife ATM é uma rede em fase experimental, de alta velocidade, que utiliza a tecnologia ATM, viabilizada através de um consórcio formado entre UFPE, Unicap, Telpe, Emprel, Núcleo Softex Recife, Hospital Português e Itep. A rede de alta velocidade vai permitir novas aplicações multimídia, com velocidade entre 155 Mbps e 622 Mbps. "Essa malha de fibra ótica vai permitir a evolução de tudo que se refere à transmissão na grande rede", comemora Lacerda.

As reivindicações feitas pelo Grupo Elógica são compartilhados por Luiz Barros, diretor do provedor Nlink. Ele apresenta as mesmas queixas da maioria dos brasileiros: taxas de juros altas e dificuldade de se fazer novos investimentos.

"Sabemos que as coisas estão difíceis em todo o país, mas precisamos de mais incentivo para nos expandir mais facilmente", reclama.

O diretor da Nlink também espera maior atenção do governo em relação ao Instituto Tecnológico do Estado de Pernambuco - Itep. Ele defende mais incentivo a pesquisas e bolsas de estudo. Segundo Luiz Barros, existe um descaso do poder público acerca da remuneração de mão-de-obra qualificada e bolsistas. (H.G.).

  

Projeto AltasOndas                                                                              Washington D.C., 2005